Um filme inconformado com a fé patriarcal e organizada que alega a proteção, mas incute a dominação.
Críticas
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Marca o regresso de Sam Raimi a um território que lhe é natural: um cinema de terror físico, exagerado e nervoso.
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Um documentário sério, respeitoso e profundamente humano. Não procura chocar nem reinventar o género, mas sim recentrá-lo na empatia e na escuta.
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Um filme sobre quebrar ciclos e trauma geracional, sobre as consequências imprevisíveis que esperam quem foge do seu passado.
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Entretém, tem ritmo, algumas cenas de ação eficazes e um elenco que segura o conjunto. Mas é também claramente “mais um filme Netflix”.
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June Squibb é o pilar absoluto. Não apenas pela idade, impressionante por si, mas pela forma como carrega uma personagem complexa com uma naturalidade desarmante.
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Eu tenho um propósito. Se achas que isso é uma espécie de bênção, não é. Sonhar tem se tornado um exercício…
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O potencial cinematográfico do livro de Emily Henry era evidente, mas o resultado é um mar de purpurinas com pouquíssima profundidade.
