Apenas Park Chan-wook consegue criar uma obra profundamente humanista sobre matar pessoas.
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A obra vai muito além do que o terror superficial, criando um retrato pessimista da sociedade americana.
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Oferece algo mais raro do que uma comédia romântica tardia e apresenta um estudo sobre a fome de cuidado.
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A partir de Fevereiro, o Cinema Fernando Lopes alia-se ao À Pala de Walsh para sessões especiais.
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Uma obra sensível, visualmente rica e emocionalmente honesta.
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Um filme inconformado com a fé patriarcal e organizada que alega a proteção, mas incute a dominação.
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Marca o regresso de Sam Raimi a um território que lhe é natural: um cinema de terror físico, exagerado e nervoso.
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Um documentário sério, respeitoso e profundamente humano. Não procura chocar nem reinventar o género, mas sim recentrá-lo na empatia e na escuta.
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O ciclo Passos no Escuro apresenta Candyman, de Bernard Rose, numa sessão única dia 4 de fevereiro no Passos Manuel.
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Sobressai na sua comédia absurdista sem abandonar o seu cenário realista, idêntico ao nosso mundano.
