O potencial cinematográfico do livro de Emily Henry era evidente, mas o resultado é um mar de purpurinas com pouquíssima profundidade.
Patrícia Fonseca
Patrícia Fonseca
Tive uma ovação de pé de 542 minutos quando nasci
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Mostra como uma jovem de 19 anos conquista o coração da cultura underground dos anos 80.
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Falha por não ter uma abordagem mais abrangente à carreira do artista, o que pode fazer com que as expectativas possam sair um pouco furadas.
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É mais um estudo de personagens do que uma narrativa “redondinha”, mas as personagens são suficientemente interessantes.
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Um filme onde as stakes estão tão baixas que até as tripas do veado são falsas e fofinhas.
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Combina não só os medos e ansiedades partilhadas por um casal quando enfrenta uma grande mudança, mas também todas as consequências da codependência.
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Apesar do seu título provocador, o filme acaba por ser bastante baunilha.
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Charlie Brooker volta a reunir histórias em cenários um tanto assustadores nesta sétima temporada, que apesar do seu começo aguçado acaba por mostrar mais empatia com a tecnologia.
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A falta de originalidade é gritante, e evocar o demónio através da senha do Wi-Fi ou apresentar o pénis do Brian Cox é o tipo de rasgo criativo que podemos esperar nesta longa-metragem.
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São pequenos detalhes que conferem mais verdade e realismo a esta sátira, tornando-a mais cativante.
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