O filme não quer ser apenas um conto fantástico – quer ser uma parábola sobre a diferença, o preconceito e a beleza de sermos imperfeitos.
Gabriela Castanheira
Gabriela Castanheira
“A film is never really good unless the camera is an eye in the head of a poet” - Orson Welles
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Um poema gótico sobre o amor, a perda e a herança emocional que liga pais e filhos, criadores e criações.
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Embora a duração ultrapasse as duas horas, o filme mantém um ritmo envolvente e hipnótico.
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Não atinge o terror puro, nem o drama profundo que promete, mas oferece o suficiente para entreter quem procura um zombie flick exótico.
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A montagem é eficaz e dinâmica, e cada episódio mantém o interesse constante.
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Uma reflexão madura sobre amor incondicional e a efemeridade da vida.
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Pode não ficar marcada como um clássico, mas oferece uma experiência divertida.
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Parece acreditar que basta repetir o mesmo gag sobre castração durante hora e meia para prender o público.
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Uma obra que mostra como a música pode ser uma arma de transformação, com o poder de mudar o mundo.
