Crítica | Don’t Look Now (1973)
Afirma-se como uma obra inquietante, onde a forma e conteúdo se entrelaçam de maneira singular.
Afirma-se como uma obra inquietante, onde a forma e conteúdo se entrelaçam de maneira singular.
É um filme exigente, estranho e perturbador, sustentado sobretudo pela intensidade da sua protagonista.
Não é um thriller marcante nem redefine o género, mas também não é descartável. Funciona como entretenimento sólido.
Uma sequela inevitável mas fica a pergunta se era realmente necessária a sua existência.
Faz do sprint fugaz de uma corrida de cem metros, uma maratona emocional e introspetiva.
Um estudo perturbador sobre maternidade, culpa e falhas institucionais.
Passávamos bem sem esta versão? Sim. Mas passamos ainda melhor o tempo com a visualização desta versão.
Igualmente divertido, criativo, com um humor inteligente e peculiar, acompanhado de uma boa dose de macabro e absurdo.