Crítica | Alice, Sweet Alice (1976)
Um filme inconformado com a fé patriarcal e organizada que alega a proteção, mas incute a dominação.
Um filme inconformado com a fé patriarcal e organizada que alega a proteção, mas incute a dominação.
Marca o regresso de Sam Raimi a um território que lhe é natural: um cinema de terror físico, exagerado e nervoso.
Um documentário sério, respeitoso e profundamente humano. Não procura chocar nem reinventar o género, mas sim recentrá-lo na empatia e na escuta.
O ciclo Passos no Escuro apresenta Candyman, de Bernard Rose, numa sessão única dia 4 de fevereiro no Passos Manuel.
Sobressai na sua comédia absurdista sem abandonar o seu cenário realista, idêntico ao nosso mundano.
Tyler Taormina é o realizador convidado da 5.ª edição do Outsiders – Cinema Independente Americano em Lisboa.
Um filme sobre quebrar ciclos e trauma geracional, sobre as consequências imprevisíveis que esperam quem foge do seu passado.
Entretém, tem ritmo, algumas cenas de ação eficazes e um elenco que segura o conjunto. Mas é também claramente “mais um filme Netflix”.
A 25ª edição da MONSTRA realiza-se em Lisboa até 22 de março e apresenta o melhor da animação mundial.
Finalmente, as aguardadas nomeações à 98ª edição dos Oscars foram anunciadas hoje, Quinta-Feira, dia 22 de Janeiro, pelos apresentadores Danielle Brooks e Lewis Pullman.