Crítica | Ready or Not 2: Here I Come (2026)
Limita-se a repetir a fórmula com mais volume. Funciona, entretém, mas raramente surpreende.
Limita-se a repetir a fórmula com mais volume. Funciona, entretém, mas raramente surpreende.
Misturar found footage, mockumentary, paranormal e possessão demoníaca, acaba por ser “demasiada areia para esta camioneta”.
A obra vai muito além do que o terror superficial, criando um retrato pessimista da sociedade americana.
O ciclo Passos no Escuro apresenta Candyman, de Bernard Rose, numa sessão única dia 4 de fevereiro no Passos Manuel.
Primate é um filme de terror sobre um chimpanzé mortífero. Mais nada. É excelente.
Está investido no horror das suas ideias fascinantes, mas os seus visuais surgem desprovidos de carga dramática.
Uma obra desconcertante, crua e obrigatória para quem deseja mergulhar nos confins da natureza humana.
As mortes são um dos pontos mais fortes do filme: originais, macabras, excessivas e cheias de sangue.
Além dos sustos, o argumento opta inteligentemente por expandir a narrativa e o universo estabelecido, invés de meramente repetir os acontecimentos da obra original
A verdadeira evolução do género found footage. Um definitivo marco no cinema de horror.