Crítica | Avatar: Fire and Ash (2025)
Vale cada cêntimo do bilhete (mesmo em IMAX), mas James Cameron já não é o acontecimento nuclear que foi um dia.
Vale cada cêntimo do bilhete (mesmo em IMAX), mas James Cameron já não é o acontecimento nuclear que foi um dia.
Uma sequela digna do original, seguindo a mesma linha de pensamento sem deixar de evoluir e viver muito bem sozinho, apropriado para toda a família e todas as idades.
É um deleite visual e auditivo construído para levar ao êxtase os fãs do verdadeiro escapismo numa sala de cinema.
Carrega forte no factor nostálgico e emocional da narrativa sem esquecer o equilíbrio cómico presente no original.
O resultado deste feitiço é hilariante e resulta exatamente por as atrizes serem excelentes a entrar no mundo destas personagens tão díspares.
Será que à quarta é de vez? Nem por isso. Mas não faz mal, já estamos habituados.
Recria a magia do original para uma nova geração, sem nunca desvirtuar a mensagem escrita nas entrelinhas da importância da família.
Como a maioria dos remakes live action da Disney, é condescendente com o seu público e com a sua própria filmografia. Curiosamente, nunca a um ponto de frustração.
Barry Jenkins surge domado mas, ainda assim, capaz de infundir com alma um formato que, constantemente, sofre para a obter.