Crítica | The President’s Cake (2025)
O cineasta escolhe manter-se perto das suas influências, incorporando elementos neorrealistas para enriquecer a sua visão.
O cineasta escolhe manter-se perto das suas influências, incorporando elementos neorrealistas para enriquecer a sua visão.
É um filme divertido, que consegue puxar pelas nossas emoções e que vai certamente agradar o seu público, mas quanto mais pensamos nele, mais sentimos que oferece muito pouco.
A verdadeira vitória das opções criativas apresentadas é a infusão do imaginário visual da pintora Paula Rego como ponto nevrálgico da narrativa.
Um filme competente e guiado por excelentes intenções, com interpretações sólidas e uma cinematografia incrível.