Crítica | Sorry, Baby (2025)
Resulta de uma equação perfeita entre a dor ligada ao trauma e o humor como mecanismo de defesa, mas também como meio de libertação.
Resulta de uma equação perfeita entre a dor ligada ao trauma e o humor como mecanismo de defesa, mas também como meio de libertação.
Uma trilogia que foi criada para ser vista em segmentos de clips aleatórios no Youtube.
Está investido no horror das suas ideias fascinantes, mas os seus visuais surgem desprovidos de carga dramática.
Transforma a crítica social do autor num filme eletrizante, provocador e, sobretudo, necessário.
Mais do que um filme sobre superação no desporto Christy é um filme sobre o espiríto de resiliência perante o flagelo da violência doméstica.
Procura a comédia com todo o seu vigor, em detrimento da parte emocional.
Combina não só os medos e ansiedades partilhadas por um casal quando enfrenta uma grande mudança, mas também todas as consequências da codependência.
Ciclo de terror regressa às sessões da meia-noite a partir de 3 de julho.
Na 10ª Edição dos Encontros do Cinema Português foram apresentados 45 projectos e contou-se com a presença de mais de 300 pessoas.
Transporta a audiência até à infância, quando o cinema era uma magia deslumbrante.