Crítica | Palestine 36 (2025)
A realizadora mostrou-se à altura da responsabilidade que trouxe a si própria: narrar a história de uma região que tem sido alvo de violência atroz.
A realizadora mostrou-se à altura da responsabilidade que trouxe a si própria: narrar a história de uma região que tem sido alvo de violência atroz.
Tivemos a oportunidade de entrevistar o realizador Luís Campos sobre esta sua estreia nas longas-metragens, o processo de uma co-produção internacional e sobre o futuro do cinema português.
Um filme sobre o fim dos tempos, com sua trompete em distorção grave, anunciando o Apocalipse.
Uma estreia fulgurante nas longas-metragens para Luís Campos, que demonstra uma sensibilidade e tacto muito para além do esperado.
Revela-nos a personalidade incontornável e a alma poética de um dos mais bem guardados segredos da história da poesia e prosa em Portugal e que urge redescobrir.
A maior virtude deste Belle de Benoît Jacquot reside na construção exímia de Guillaume Canet como Pierre e no constante sentimento de dúvida cultivado pelo argumento.
Ensaio poético sobre Natália Correia venceu o prémio de Melhor Documentário no Porto Femme 2025.
Uma ode sobre a solidão masculina, o querer desgovernado do coração e a batalha eterna entre o que somos e o que queríamos ser.
A Films4You e a APAV juntam-se para uma antestreia solidária do filme “O Silêncio de Julie”, dia 8 de abril, pelas 21h, no Cinema Fernando Lopes.
Flow irrompe pelo coração como uma nascente, mergulhando a nossa alma num baptismo apocalíptico