Crítica | Cão Sozinho (2025)
Há aqui mais um claro talento a emergir, do filão inesgotável que é a animação portuguesa.
Há aqui mais um claro talento a emergir, do filão inesgotável que é a animação portuguesa.
Afirma-se como uma adaptação sensível que não procura contar uma história tradicional, mas sim recriar a experiência de crescer.
Uma experiência cinematográfica surpreendentemente bonita e imaginativa.
Surge vindo do nada e surpreende pela positiva, confirmando a máxima de que na originalidade está a virtude.
Uma obra sensível, visualmente rica e emocionalmente honesta.
Não é revolucionário, nem pretende ser. É um filme nostálgico e cómico.
Uma sequela digna do original, seguindo a mesma linha de pensamento sem deixar de evoluir e viver muito bem sozinho, apropriado para toda a família e todas as idades.
Remete para contos infantis, como Os Três Porquinhos, mas é tudo menos inocente e gentil.
Uma reflexão madura sobre amor incondicional e a efemeridade da vida.
Parece acreditar que basta repetir o mesmo gag sobre castração durante hora e meia para prender o público.