Crítica | The Running Man (2025)
Transforma a crítica social do autor num filme eletrizante, provocador e, sobretudo, necessário.
Transforma a crítica social do autor num filme eletrizante, provocador e, sobretudo, necessário.
Comprova a longevidade artística deste género, nas suas referências às palavras de Shakespeare, e sucede através das suas brincadeiras espetaculosas e do puro talento, carisma e química entre Powell e Sydney.