Entretém quem já gosta da franquia e serve para adolescentes que querem ver um primeiro filme de terror sem realmente molharem as cuecas.
UNIVERSAL PICTURES PORTUGAL
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O capítulo final chegou, mas a magia ficou à porta.
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É Jesse Plemons quem usa toda a loucura da sua personagem para saltar do ecrã e arregalar-nos os olhos para o facto de que há gente como ele por todo o lado.
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É mais um estudo de personagens do que uma narrativa “redondinha”, mas as personagens são suficientemente interessantes.
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Não é especialmente marcante ou distinto na sua abordagem ao mito do lobisomem, mas existem razões suficientes para lhe dar uma oportunidade de visionamento.
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As personagens bem escritas, alicerçadas às atuações credíveis, resultam num retrato de figuras humanas e complexas, que nos envolvem pela profundidade e pelo impacto inevitável das suas falhas.
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Os segredos que este Speak no Evil esconde ainda são alguns, por isso a percepção de quem nunca viu o original, sobre a qualidade desta nova versão, vai ser bastante diferente de quem já teve a sorte de o ver.
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Cumpre no principal requisito a que se propõe: um tempo divertido na sala de cinema, com inúmeras sequências hilariantes.
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Refastela-se na avalanche do gore, mas e quando opta pelo caos e humor irreverente é particularmente bem-sucedido.
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