O potencial cinematográfico do livro de Emily Henry era evidente, mas o resultado é um mar de purpurinas com pouquíssima profundidade.
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Faz do sprint fugaz de uma corrida de cem metros, uma maratona emocional e introspetiva.
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Uma espécie de fast food de cinema de ficção científica.
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Não é o capítulo mais equilibrado da saga Knives Out, mas é talvez o mais ambicioso e provocador.
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Aposta num filme-tributo ao cinema e às estrelas que movem a indústria.
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Um filme pulsante, genuíno, completo e decididamente sincero que cativará aqueles que não conhecem muito acerca da realidade taiwanesa.
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Faz tocar os sinos com pouco entusiasmo e sem muita sincronização, porém tenta passar a mensagem de que coisas boas acontecem a boas pessoas.
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O trailer é melhor do que o filme.
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Revela-se uma obra profundamente humana, que olha para as feridas invisíveis deixadas pelo preconceito e pela solidão e as transforma em espaço de encontro.
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Um poema gótico sobre o amor, a perda e a herança emocional que liga pais e filhos, criadores e criações.
