Oh olá, não vos vi aí, desculpem! Mas já que aí estão, tenho todo o gosto em escrever-vos sobre o filme Oh, Hi!,…
Filmes
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Kubrick parece menos interessado em Barry que Thackeray, substituindo a narrativa enviesada do protagonista por uma narração em off mais objetiva.
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O cineasta escolhe manter-se perto das suas influências, incorporando elementos neorrealistas para enriquecer a sua visão.
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É um filme divertido, que consegue puxar pelas nossas emoções e que vai certamente agradar o seu público, mas quanto mais pensamos nele, mais sentimos que oferece muito pouco.
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Um filme pulsante, genuíno, completo e decididamente sincero que cativará aqueles que não conhecem muito acerca da realidade taiwanesa.
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O filme não quer ser apenas um conto fantástico – quer ser uma parábola sobre a diferença, o preconceito e a beleza de sermos imperfeitos.
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Faz tocar os sinos com pouco entusiasmo e sem muita sincronização, porém tenta passar a mensagem de que coisas boas acontecem a boas pessoas.
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O trailer é melhor do que o filme.
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Uma sequela digna do original, seguindo a mesma linha de pensamento sem deixar de evoluir e viver muito bem sozinho, apropriado para toda a família e todas as idades.
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Entretém quem já gosta da franquia e serve para adolescentes que querem ver um primeiro filme de terror sem realmente molharem as cuecas.
