Fica uma tentativa louvável mas banal de reviver um dos melhores e mais influentes filmes de sempre pelas mãos de uma realizadora tão cheia de promessa como Natalie Erika James.
Rafael Félix
Rafael Félix
Um crítico de 25 anos com um talento especial para metáforas gastronómicas e um ódio de estimação pouco saudável pelo live action do Rei Leão.
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Um filme de estúdio com identidade e maneirismos de autor.
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A esperança é uma coisa bonita, mas no mundo real e de Kapadia, perigosa e viciante.
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Não se esconde da brutalidade, porém contorna-a com a gentileza de espírito das suas personagens
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É uma epopeia épica e sobrelotada, com traições políticas e conjugais, reflexões sobre classe, cidadania, o peso do progresso e a dor do artista, mas é também penoso, frio e desligado.
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É um filme que captura perfeitamente o desalojamento, literal e espiritual, de todo um povo, de um país que viu até as suas ruínas transformadas em propaganda sionista, que assiste impotente à erosão do seu lugar e da sua gente ao longo de gerações.
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Análises
Joker: Folie à Deux – Como uma Sequela pode ser Melhor e Pior em simultâneo
de Rafael FélixA verdade é que Joker: Folie à Deux é um pior filme em praticamente todas as suas vertentes do que o seu antecessor. É também um filme muito superior a este mesmo antecessor.
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É um filme capaz de entreter qualquer espectador e oferecer um tempo maravilhoso à frente do ecrã e foi exatamente com esse intuito que foi concebido.
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Jon Watts confirma aquilo que o seu filme com a Marvel já tinha exposto: uma total ausência de personalidade na cadeira de realização.
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Está no seu melhor quando é comedido, calmo como a sua personagem central.
