Mais um filme de culto redescoberto muito depois da sua criação, levado a um segundo “banho cinematográfico” que o elevou a algo singular.
Maurício Valentino Borges
Maurício Valentino Borges
Devoto ao cinema... principalmente às suas heresias
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Este thriller nova-iorquino cheira a suor, asfalto quente e fast food, mas traz também à luz temas sociais, culturais e raciais, com uma crueza gritante.
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Um assumido filme de Série B, ou melhor, um filme de “Série Beirã”, no seu estado mais puro, orgulhoso da sua loucura e ciente das suas limitações.
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O louva-a-deus que não me fez perder a cabeça.
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Se o Hannibal Lecter e o Ljubomir Stanisic criassem juntos uma receita de francesinha.
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Uma feijoada radioativa que rebenta a bolha Actimel do cinema comercial e nos deixa desejosos para explorar a natureza imperfeita do cinema independente.
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Perde a força nas pernas, acabando por se atrapalhar a si próprio e não ter o necessário para ganhar a partida.
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Não é uma revolução no género, mas como filme de carácter independente é um agradável banho em águas já exploradas.
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O sashimi cortado com uma faca de plástico e que sabe a douradinhos do fundo do congelador.
