Afirma-se como uma obra inquietante, onde a forma e conteúdo se entrelaçam de maneira singular.
Leonel Menaia
Leonel Menaia
“Sou só um gajo que gosta de filmes”, diz ele, enquanto luta para manter as pálpebras abertas durante um filme húngaro de 7 horas sobre vacas a pastar.
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Um estudo perturbador sobre maternidade, culpa e falhas institucionais.
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Não é o capítulo mais equilibrado da saga Knives Out, mas é talvez o mais ambicioso e provocador.
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É um filme divertido, que consegue puxar pelas nossas emoções e que vai certamente agradar o seu público, mas quanto mais pensamos nele, mais sentimos que oferece muito pouco.
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Um filme competente e guiado por excelentes intenções, com interpretações sólidas e uma cinematografia incrível.
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A forma como o realizador preserva a sua identidade torna esta experiência, no mínimo, interessante e necessária.
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As mortes são um dos pontos mais fortes do filme: originais, macabras, excessivas e cheias de sangue.
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Evoca a nostalgia de um passado perdido e irrecuperável, surgindo num momento oportuno, em que cada vez mais associações culturais são forçadas a encerrar.
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As atuações são o ponto mais sólido do filme: a novata Mélissa Boros impressiona pela entrega e pela forma como se relaciona com as restantes personagens.
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São temas que Dupieux já explorou, mas nunca de forma tão coesa e tão bem integrada na história.
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