Revela-se uma obra rara no panorama actual dos animes.
Bruno Sant'Anna
Bruno Sant'Anna
A tirar o doutoramento em Ciências da Comunicação. Eu queria voltar no tempo só pra tentar ser o muso do Pasolini.
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Revela-se uma obra profundamente humana, que olha para as feridas invisíveis deixadas pelo preconceito e pela solidão e as transforma em espaço de encontro.
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A primeira longa-metragem do realizador Karan Kandhari, constrói uma narrativa que combina elementos de terror, drama e comédia para retratar uma realidade ainda profundamente enraizada no quotidiano indiano.
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Uma obra estranha, sufocante e profundamente inquietante, que se apoia mais na sensação de desconforto do que em explicações narrativas.
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Com uma premissa que prometia mistério e tensão, acaba por se afogar em escolhas narrativas incongruentes e numa quebra abrupta de tom.
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É um terror que não se apoia apenas nos sustos ou no grotesco, mas que emerge do que há de mais frágil em nós: a dor, o luto, a perda.
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Um olhar íntimo sobre o impacto da pandemia na vida e na arte.
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Halfdan Ullmann Tøndel entrega uma estreia esteticamente requintada e emocionalmente complexa, demonstrando um domínio visual impressionante.
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Este novo capítulo demonstra um esforço claro em compreender as regras internas da saga, expandir as suas consequências e explorar com subtileza algum humor.
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Um filme que parte de uma ideia simples, usa uma estrutura familiar mas, ainda assim, encontra espaço para aprofundar a sua história nos detalhes.
